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sábado, 1 de junho de 2013

Casos de OSNIS

Alguns Casos de OSNI
Segundo jornais alemães de agosto de 1954, quando em rota de Amsterdam para New York, o Capitão Jan Bos, da SS Groot Beer, relatou ter observado um estranho objeto luminoso subir no Oceano Atlântico a mais ou menos 90 milhas a leste do farol de Cape Cod. Tinha portas iluminadas ao redor da borda e desenvolvia uma velocidade fantástica.

Dois policiais viram emergir da água em Porthcawl, na noite de 01 de setembro de 1957, algo que, de início, parecia um barco em chamas. Ele estava localizado na direção de Ilfracombe, no canal de Bristol e começou como um brilho vermelho que logo cresceu e ficou maior que uma lua cheia. Podia ser vista uma faixa negra em zig-zag em seu centro, depois decolou em uma velocidade alarmante, acompanhado de duas luzes menores, em direção do Atlântico.

Os sons captados pelo hidrofone de um navio de pesquisa operado pelo Instituto Oceanográfico de Woods Hole estavam dirigidos aos osciloscópios do barco quando este sondava as águas profundas de Puerto Rico. Os cientistas a bordo ficaram confusos, pois o barulho continuava intermitentemente a uma profundidade de 30.000 pés. Este limite extremo quase que certamente exclue a presença de um outro tipo conhecido de submarino. Quando mais tarde traduziram seus registros para cartões IBM , os cientistas, para seu espanto, descobriram que os sons registrados eram de uma mudança na taxa de 100 a 180rpm. Vários dias de avaliação de dados os deixaram ainda mais surpresos...começaram a ponderar se de fato eles não tinham rastreado algum tipo de vida marinha - subsequentemente apelidando-a de "180rpm animal".

O inglês Nigel Lea-Jones recorda: "Em 1972, um amigo e eu estávamos mergulhando de um bote, no Caribe, perto do litoral. Repentinamente, eu me virei e vi um objeto esférico laranja e prateado de mais ou menos seis pés de diâmetro em uma subida, exatamente acima da água. Ele estava a exatamente uns cinquenta pés de nós e estava estreitamente seguindo um curso em zig-zag. Depois de mais ou menos um minuto a superfície do objeto abriu para revelar uma janela circular escura de mais ou menos dois pés ao redor dele. Nós nos entreolhamos nervosamente e quando tornamos a olhar o objeto tinha desaparecido sem um som. Eu nunca encontrei uma resposta e a origem do objeto permanece um mistério."

Trevor Tyler era um mergulhador de águas profundas com mais de 13 anos de experiência quando algo aconteceu, 270 pés abaixo da superfície do Atlântico, que resultou em sua morte súbita e inexplicável. Este inglês de 34 anos estava trabalhando sob as águas na costa da Guiné, África Ocidental, quando sem qualquer aviso seu colega de trabalho que estava no rádio ouviu um barulho metálico seguido de um grito e depois o silêncio. Imediatamente outro mergulhador foi enviado lá para baixo e achou o corpo sem vida de Tyler flutuando a 180 pés abaixo da superfície, seus braços distendidos e a roupa de mergulho inflada como um balão. Em um inquérito em 1968, uma testemunha contou como Tyler tinha obviamente retirado seu cinturão de peso antes de morrer em uma tentativa vã de subir rapidamente. Do que ele estava fugindo, ninguém saberá.

Voltando para casa pelo canal de Bristol em uma tarde de fevereiro de 1965, um casal de Minehead localizou o que parecia ser uma aeronave de combate cinza. Ela estava viajando na mesma direção e eles entenderam que sua descida somente podia terminar em desastre. O motorista do carro, um oficial de rádio aposentado, rapidamente parou e pegou seu binóculo, olhando como a nave continuava até pousar no canal com um jato de fumaça negra, depois desapareceu. Uma unidade de Busca e Resgate da RAF baseada em Plymouth procurou por qualquer nave perdida ou extraviada mas não encontrou nenhuma. Cada avião foi localizado e além disso nenhum destroço foi recuperado.
Fonte: CUB
Agradecimento: Realidade Oculta

Ex-agente da CIA confirma que óvni foi encontrado nos EUA há 65 anos

No 65º aniversário do Incidente Roswell, Chase Brandon, que serviu à CIA (Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos) por mais de duas décadas, revelou a existência um arquivo oculto da CIA sobre o objeto voador não identificado (óvni) supostamente encontrado na cidade americana. "É, realmente aconteceu", afirma o funcionário. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.
O caso se refere aos acontecimentos ocorridos em julho de 1947 em Roswell, no Novo México (EUA), onde teriam sido encontrados destroços de um disco voador. Teóricos da conspiração acreditam que corpos de alienígenas tenham sido autopsiados, e que as tecnologias modernas tenham sido criadas a partir de descobertas feitas no interior da nave.
O agente disse que a informação está escondida em um cofre dentro do quartel general da agência na cidade de Langley. "Foi em uma área restrita. Havia uma caixa que chamou minha atenção. Estava escrito sobre ela 'Roswell'. Eu remexi dentro dela, coloquei a caixa na prateleira e disse: 'meu Deus, realmente aconteceu'", conta o agente. "Não era um balão meteorológico - como foi afirmado na época - era uma nave de outro planeta", afirma.
Por 25 anos, Brandon serviu no serviço clandestino de elite da CIA como agente infiltrado, oficial de operações secretas desempenhando missões que envolviam terrorismo internacional, tráfico de drogas e contrabando de armas.
Quando o incidente em Roswell aconteceu, autoridades militares divulgaram um comunicado à imprensa, que começava assim: "Os muitos rumores sobre um disco voador se tornaram verdadeiros ontem, quando o oficial de inteligência do 509º Grupo de Bombardeios da Força Aérea americana, com base aérea em Roswell, se apoderou de um disco."
Porém, apenas 24 horas depois, os militares mudaram sua história e declararam que o objeto que eles pensaram ser um disco voador era, na verdade, um balão meteorológico que havia caído em um rancho próximo do local. Surpreendentemente, a mídia e o público aceitaram a explicação sem questionar.
Agora, agentes como Brandon questionam a versão oficial do acidente. Ele afirma, no entanto, que não vai revelar exatamente o que havia dentro da caixa que "acabou com suas dúvidas sobre o incidente de Roswell". "Havia alguns materiais escritos e algumas fotografias, e isso é tudo que eu vou dizer sobre o conteúdo da caixa", declarou ao Huffington Post.
Documentos
Documentos divulgados anteriormente parecem confirmar a história de Brandon - ou pelo menos a ideia de que autoridades americanas estariam encobrindo o envolvimento com alienígenas. Um memorando que parece provar isso foi publicado pelo FBI. O departamento tem disponibilizado milhares de arquivos em um site chamado The Vault (O Cofre, em tradução livre).
Entre eles, está o memorando escrito por Guy Hottel, agente especial encarregado do escritório de Washington em 1950. No documento, cujo assunto é "Discos Voadores", Hottel revela que um investigador da Força Aérea declarou que "três chamados 'discos voadores' haviam sido recuperados no Novo México". O investigador teria dado a informação a um agente especial. O FBI censurou a identidade do agente e do investigador.
"Eles foram descritos como sendo de forma circular, com aproximadamente 50 m de diâmetro", afirma Hottel. "Cada um teria sido ocupado por três corpos humanos, mas de pouco mais de um metro", acrescentou. Segundo o relato, os corpos estariam vestidos com panos metálicos e cada um foi enfaixado de um modo semelhante ao utilizado nas roupas usadas por pilotos de teste de velocidade. 
Chase Brandon
Chase Brandon

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Um encontro com Marcianos?

Oi! O que passo a relatar aconteceu com o marido de uma tia minha e o irmão dele, na década mais ou menos quando nasci, eu nasci em 1967...
Nessa época moravam no distrito de Bulhões, na zona rural de Resende. Até hoje é um lugar de dificil ascesso, dista 10Km do centro da cidade, pouca infra-estrutura, e na época em que aconteceu era um lugar bem prosaico, coisa de interior mesmo... Um lugar em que todos se conhecem e cuidam um da vida do outro... Não revelo os nomes porque as duas pessoas envolvidas já morreram, a última a morrer eu pude conhecer bem, e conversar sobre o assunto e ele me confirmou toda a história contada por minha mãe, sem titubear em nenhum detalhe, e até achou graça do que lhe aconteceu...
Bom, os dois homens, esse meu tio e o irmão dele, haviam dançado até altas horas num forró num sítio da região, e voltavam pra casa do mais velho. Ele morava perto de uma antiga pedreira de Bulhões. Eles sairam caminhando pela estrada deserta e resolveram cortar caminho pelo pasto pra chegar mais rápido em casa.
No meio do pasto, seguindo pela trilha feita pelos bois, eles caminhavam tranquilamente conversando amenidades, quando de repente surge em sua frente quatro homenzinhos meio reluzentes, parece que a roupa que usavam era esverdeada e brilhava com o luar... Eles surgiram do nada no meio do pasto.
Sem falar nada, totalmente calados, cercaram os dois... Estou falando de dois 'negões' de mais de 1.80m de altura! Os dois homenzinhos pareciam anões, e cercaram a passagem dos dois. Um olhou pro outro e pensaram que eles queriam briga, apesar de os acharem muito estranhos, um falou pro outro: "vamos encarar"...
Foi a pior coisa que podiam ter feito. Os homenzinhos eram muito fortes, os pegaram pelas pernas, os arrastaram e os colocaram numa "coisa de metal ovalada"... Foram jogados dentro dessa coisa e sentiram ela levantar voo.
Dizem que foram subindo e foram vendo o pasto, os animais, as casas das fazendas, viram as luzes da cidade... até que viram toda a Terra. Eles afirmavam que subiram tão alto que viram toda a Terra! Disseram que foram examinados, apareceram outros homenzinhos que pareciam ser médicos, examinaram olhos, ouvidos, boca, tiraram sangue, passaram cremes e rasparam sua pele...
Depois de um certo tempo "a coisa ovalada" começou a descer, eles viram que estavam sendo devolvidos pra casa, apagaram e não sabem como voltaram pra casa.
No outro dia já de tarde, com a procura da família e amigos da região, foram encontrados desacordados numa das fendas da pedreira. Foi preciso chamar o resgate do corpo de bombeiros de Barra Mansa, cidade vizinha, porque na época Resende não tinha corpo de bombeiros, para que eles fossem retirados da fenda da pedra.
O povo não acreditou na estória que contaram, falavam que eles eram dois cachaceiros e que haviam bebido muito no forró... Alguns da família repetem esse ocorrido até hoje, mas muito mais por piada que por acreditar neles.
Antes de morrer eu conversei com o mais novo que repetiu todos os detalhes, chegando dizer que se lembrava até do cheiro forte dos homenzinhos e também da sua força e rapidez descomunal. Ele era um negão forte, e gostava de capoieira, tanto ele quanto o irmão, aliás, todos na familia são grandes, mas não conseguiram ficar de pé diante daqueles homenzinhos esverdeados.
Perguntei-lhe por que ele achava que eram marcianos, ele me disse que sempre ouviu falar que homenzinhos verdes vem de Marte... Aí eu lhe disse que Marte é o planeta vermelho... Ele achou graça... Era um bom homem... Muito boa pessoa, bom papo, muitas histórias...
Esse foi o relato, espero que gostem...
Fiquem com Deus...

Cobaias dos alienígenas

Devo salientar, de antemão, que sou agnóstico. O meu lado mais racional crê que o "sonho" que tive foi apenas um delírio efêmero e perturbador ocasionado por questões orgânicas do metabolismo durante esse estado comatoso que ocorre à noite - o sono.
Porém - e há sempre um maldito porém! -, meu lado místico acredita que possa ser um estado alterado de consciência, uma visita a estranhas realidades, mundos embutidos no nosso, dimensões onde a matéria adquirie uma outra gradação.
Vou narrar o que aconteceu comigo uma noite. Já tive outros "sonhos" muito reais com ETs, inclusive de implantes naquilo que místicos diriam ser o meu duplo etérico ou talvez no corpo físico metido em estado de Jinas.
Acordei de manhã com a nítida lembrança do "sonho". No "sonho", eu "acordei", estava numa maca. Pensei que era um hospital, mas era um laboratório. Procurei fingir que estava dormindo mas olhava com o olho entreaberto. Havia cientistas. Pareciam, pelo tipo físico, arrogância e frieza, serem americanos. Pareciam médicos. Estavam "operando" ou sei lá o que estavam fazendo com outros humanos como eu, deitados em macas, inconscientes. Me deu a impressão que éramos cobaias de algum experimento. Do lado dos médicos ou cientistas, alguns ETs do tipo gray, aqueles cabeçudinhos. Pareciam monitorar os trabalhos dos médicos. A frieza deles era maior do que a dos americanos ou sei lá quem fossem.
Eu estava num canto, na maca. Senti que seria um dos próximos, aguardando ser examinado ou operado. Um dos ETs grays se dirigiu a mim, eu fingia ainda estar dormindo. Mas senti o rosto do ET perto do meu, me olhando para ver se eu continuava dormindo mesmo. Fingi direitinho, e o ET voltou a mesa de operações onde um outro humano estava sendo examinado ou sei lá o que. Fiquei com tanta raiva de ser tratado como uma cobaia que, num ímpeto, me levantei e comecei "a fazer o diabo", quebrando com pontapés as estantes e outros armários. Os ETs e cientistas ficaram boquiabertos, pois pensavam que eu estivesse até então inconsciente.
Depois, subi uma escada ou trepei em outros armários e estantes para uma espécie de outro andar ou "sobreloja" ou sotão aberto. Havia uma janelinha que mal cabia um corpo humano, comecei a dar pontapés violentos até quebrá-la. Lá embaixo os ETs e os cientistas estavam com raiva e se preparavam para me capturar, subindo. Sendo que tipos grays altos, com mais de dois metros de altura, entraram em ação, como se fossem seguranças. Enquanto isso eu já tinha quebrado a janelinha a pontapés, metido meu corpo por ela e saído pra rua.
Lá fora, pulei sobre telhados e mais telhados, vi que parecia um lugar frio da Europa ou dos States mesmo. Havia muitos galpões, prédios de dois andares, mas pela arquitetura eram da Europa ou dos EUA mesmo. No "sonho", consegui fugir deles. E acordei, acordei mesmo.
A impressão que tenho é que eles tem esses laboratórios ou bases no plano etérico ou quarta dimensão bem próxima ao plano físico.
Tomara que tudo que vivenciei tenha sido apenas um sonho ou pesadelo, um desses delírios noturnos ocasionais causados pelo stresse da vida cotidiana. Tomara.

O Plastificador

James F. Stuart, construiu uma vida de glórias no mundo da moda. Era respeitado, admirado, imitado... por muitos anos o seu talento não fora reconhecido. Mas um dia a sua estrela brilhou. De aluno insignificante em todo o segundo grau, transformou-se num empresário de sucesso. Os seus manequins eram invejados, não apenas pela realidade que transpassavam em seus olhos vívidos e brilhantes, mas também pela singeleza das formas e poses, e pela realidade de suas cutis, ditas de cera. 
Claro, o que ninguém sabia era que James era um profanador de túmulos dos piores que já existiram! E também, um artista recolhido no fundo de su'alma - um Rembrant, para muitos - mas não para mim...
James lia todas as semanas os obtuários da cidade, e às vezes, do Estado, em busca das pessoas mais belas que haviam falecido. A sua única exigência: pessoas jovens, bonitas, e desconhecidas.
Geralmente, quando a madrugada ia alta, James Stuart, caminhava sorrateiramente pelos meandros escuros dos cemitérios mais imundos, carregando a tiracolo as suas infames ferramentas de trabalho: pá, enchada, rastelos, martelos, fotos do obtuário, etc...
As suas mãos calejadas, rompiam o solo sagrado, que deveria ser improfanável, na busca dos corpos frescos que a sua vil intenção de poder, e a sua índole psicótica o levavam a fazer. Às vezes, e não eram raras, abria e violava a sepultura errada, encontrando corpos em adiantado estado de putrefação ou em liquefação, vindo a borrar os seus pés e braços com o chorume escuro e fétido dos cadáveres, quando do abrir dos caixões... Mas nada disso o desanimava.
Por anos, de cidade em cidade, desenterrou as moças mais belas que haviam morrido, e carregando os seus corpos às costas, soterrados em sacos escuros, os levavam até o porão de sua casa, e lá, com a técnica que aprendera enquanto trabalhava numa indústria química, os plastificava! E assim fora, por anos e anos. Pessoas que frequentavam os seus pavilhões da moda, em busca de vestidos e roupas das mais caras, sequer suspeitavam de que aqueles manequins que tanto apalpavam, beijavam, e que os deixavam maravilhados - e dos quais extraiam as roupas que os iriam vestir - nada mais eram que cadáveres, outrora enterrados, embalsamados em PLÁSTICO!
Mas as suas práticas levantavam suspeitas, e todas as polícias do Estado já procuravam o profanador de túmulos. O cerco estava se fechando...
James F. Stuart era inteligente, como bom psicopata, não se deixaria capturar tão facilmente. Logo, as suas práticas de simples violador de sepulturas, o transformariam num assassino cruel e meditabundo.   
Escolhia as suas vítimas pacientemente, entre as mais belas pessoas que achava em suas andanças traiçoeiras, como uma cobra que se arrasta em busca de um calcanhar. Como era um homem belo, rico e de boas maneiras, atraia com facilidade as suas presas até um lugar afastado e reservado... e lá... extraia com um estilete, o sangue delas por um único orifício atrás das orelhas, pois não podia se imaginar maculando a  sua futura obra de arte.
E assim, depois de um tempo não muito longo... fundou uma agência de modelos para captar ainda com mais facilidade, e num ritmo  quase industrial, as pessoas mais belas do país. 
Migrou para a televisão... num programa de sucesso auto-intitulado - "garota espetacular" - que busca as meninas mais bonitas e desconhecidas da nação, explorando os sonhos delas de se tornarem mulheres famosas e requisitadas, para depois extrair-lhes o sangue pela carótida, enquanto amarradas, debaterem-se, até se tornarem alvas como uma estátua de mármore. Para logo depois, injetar-lhes plástico pelas veias, boca e orificios, e expô-las aos olhos do mundo como um objeto inanimado e eterno. Realizando de vez, o sonho de todas elas... de tornarem-se modelos e MANEQUINS!

Apaixonado por uma Bruxa

Isso aconteceu comigo quando eu tinha uns 20 anos. Eu trabalhava numa cerâmica. Ia de bicicleta todo dia para o trabalho. Às vezes, aos domingos, eu deixava o emprego mais cedo. Era um emprego horrível e eu dava graças a Deus por sair mais cedo.
A firma praticamente ficava dentro do mato, numa quase-floresta perto de um morro alto e bonito, quase uma montanha repleta de arvoredos sombrios.
Nesse dia em que saí cedo, resolvi dar um passeio com minha "moutain bike" pelas trilhas estreitas da mata, que desciam para um pequeno vale profundo abaixo da montanha citada.
Pedalava com minha bicicleta, entrando nas profundezas da floresta de árvores e mato altos.
De repente parei de pedalar para tomar fôlego e voltar, subindo o caminho que eu descera. Nisso, avistei alguém distante, entre o mato. Era uma mulher nua com uma vassoura na mão. Ela sorria para mim. Deixei cair a bicileta e abaixei os olhos, quando ergui a vista de novo ela tinha sumido. Pensei tratar-se de alucinação.
De noite, já em casa, me deitei e fiquei pensando que bruxas com vassouras era coisa ridícula, coisas de fantasias pueris ou literatura infanto-juvenil. Ora, naquela época eu não sabia que as bruxas usam alguns objetos que são como talismãs ou instrumentos catalisadores de suas energias psíquicas e mágicas. Elas usam vassouras e outros objetos para meter seus corpos físicos na quarta dimensão ou no plano etérico.
Aquela bruxa nua com a vassoura não me saia da cabeça, tão linda que era. Jovens são assim, se apaixonam por mulheres misteriosas e loucas. Então ocorreu uma coisa incrível. Sonhei, mas sonhei de uma forma muito real. E foi-me fácil, ao acordar, recordar tudo. Sonhei com ela, a bruxa. Estava nua, sob a vassoura, voando por um céu noturno estrelado. Ela avistou uma casa lá do alto, sorriu e desceu voando até a janela da mesma. A casa era a casa onde eu morava. Ela ficou flutuando arranhando com suas unhas pintadas de negra a veneziana na janela. Nisso, eu acordei e num gesto rápido, abri a janela e...até hoje me arrepio só de lembrar! Ali estava ela, o rosto dela, me olhando com um olhar sôfrego e libidinoso. Era de fato uma bruxa linda! Meio que assustado, temendo ser uma feiticeira infernal, dei um grito e cai da cama, quase me quebrando todo.
Se foi um pesadelo ou visão astral, eu não sei. Acordei pela manhã e, passando pela cidade de bicicleta na estrada que levava ao trabalho, fiquei atônito ao ver uma mulher com as mesmas feições da bruxa voadora passando perto da rodoviária; estava toda vestida de preto, embarcava num ônibus. Tentei ver para onde ia o ônibus mas não deu tempo.
Claro, tudo isso pode ter sido delírio ou imaginação fértil de um jovem de 20 anos, cheio de vitalidade. Não sei. Um amiga minha que era estudiosa de coisas do oculto me falou uma vez: " as bruxas existem, quer acreditemos ou não; elas aprenderam a manipular o mundo dos sonhos, dos desejos e da imaginação, elas viajam pelo astral e voam pela região próxima a crosta terrestre com intenções que só elas sabem."
Será?

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