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sexta-feira, 31 de maio de 2013

Um encontro com Marcianos?

Oi! O que passo a relatar aconteceu com o marido de uma tia minha e o irmão dele, na década mais ou menos quando nasci, eu nasci em 1967...
Nessa época moravam no distrito de Bulhões, na zona rural de Resende. Até hoje é um lugar de dificil ascesso, dista 10Km do centro da cidade, pouca infra-estrutura, e na época em que aconteceu era um lugar bem prosaico, coisa de interior mesmo... Um lugar em que todos se conhecem e cuidam um da vida do outro... Não revelo os nomes porque as duas pessoas envolvidas já morreram, a última a morrer eu pude conhecer bem, e conversar sobre o assunto e ele me confirmou toda a história contada por minha mãe, sem titubear em nenhum detalhe, e até achou graça do que lhe aconteceu...
Bom, os dois homens, esse meu tio e o irmão dele, haviam dançado até altas horas num forró num sítio da região, e voltavam pra casa do mais velho. Ele morava perto de uma antiga pedreira de Bulhões. Eles sairam caminhando pela estrada deserta e resolveram cortar caminho pelo pasto pra chegar mais rápido em casa.
No meio do pasto, seguindo pela trilha feita pelos bois, eles caminhavam tranquilamente conversando amenidades, quando de repente surge em sua frente quatro homenzinhos meio reluzentes, parece que a roupa que usavam era esverdeada e brilhava com o luar... Eles surgiram do nada no meio do pasto.
Sem falar nada, totalmente calados, cercaram os dois... Estou falando de dois 'negões' de mais de 1.80m de altura! Os dois homenzinhos pareciam anões, e cercaram a passagem dos dois. Um olhou pro outro e pensaram que eles queriam briga, apesar de os acharem muito estranhos, um falou pro outro: "vamos encarar"...
Foi a pior coisa que podiam ter feito. Os homenzinhos eram muito fortes, os pegaram pelas pernas, os arrastaram e os colocaram numa "coisa de metal ovalada"... Foram jogados dentro dessa coisa e sentiram ela levantar voo.
Dizem que foram subindo e foram vendo o pasto, os animais, as casas das fazendas, viram as luzes da cidade... até que viram toda a Terra. Eles afirmavam que subiram tão alto que viram toda a Terra! Disseram que foram examinados, apareceram outros homenzinhos que pareciam ser médicos, examinaram olhos, ouvidos, boca, tiraram sangue, passaram cremes e rasparam sua pele...
Depois de um certo tempo "a coisa ovalada" começou a descer, eles viram que estavam sendo devolvidos pra casa, apagaram e não sabem como voltaram pra casa.
No outro dia já de tarde, com a procura da família e amigos da região, foram encontrados desacordados numa das fendas da pedreira. Foi preciso chamar o resgate do corpo de bombeiros de Barra Mansa, cidade vizinha, porque na época Resende não tinha corpo de bombeiros, para que eles fossem retirados da fenda da pedra.
O povo não acreditou na estória que contaram, falavam que eles eram dois cachaceiros e que haviam bebido muito no forró... Alguns da família repetem esse ocorrido até hoje, mas muito mais por piada que por acreditar neles.
Antes de morrer eu conversei com o mais novo que repetiu todos os detalhes, chegando dizer que se lembrava até do cheiro forte dos homenzinhos e também da sua força e rapidez descomunal. Ele era um negão forte, e gostava de capoieira, tanto ele quanto o irmão, aliás, todos na familia são grandes, mas não conseguiram ficar de pé diante daqueles homenzinhos esverdeados.
Perguntei-lhe por que ele achava que eram marcianos, ele me disse que sempre ouviu falar que homenzinhos verdes vem de Marte... Aí eu lhe disse que Marte é o planeta vermelho... Ele achou graça... Era um bom homem... Muito boa pessoa, bom papo, muitas histórias...
Esse foi o relato, espero que gostem...
Fiquem com Deus...

Cobaias dos alienígenas

Devo salientar, de antemão, que sou agnóstico. O meu lado mais racional crê que o "sonho" que tive foi apenas um delírio efêmero e perturbador ocasionado por questões orgânicas do metabolismo durante esse estado comatoso que ocorre à noite - o sono.
Porém - e há sempre um maldito porém! -, meu lado místico acredita que possa ser um estado alterado de consciência, uma visita a estranhas realidades, mundos embutidos no nosso, dimensões onde a matéria adquirie uma outra gradação.
Vou narrar o que aconteceu comigo uma noite. Já tive outros "sonhos" muito reais com ETs, inclusive de implantes naquilo que místicos diriam ser o meu duplo etérico ou talvez no corpo físico metido em estado de Jinas.
Acordei de manhã com a nítida lembrança do "sonho". No "sonho", eu "acordei", estava numa maca. Pensei que era um hospital, mas era um laboratório. Procurei fingir que estava dormindo mas olhava com o olho entreaberto. Havia cientistas. Pareciam, pelo tipo físico, arrogância e frieza, serem americanos. Pareciam médicos. Estavam "operando" ou sei lá o que estavam fazendo com outros humanos como eu, deitados em macas, inconscientes. Me deu a impressão que éramos cobaias de algum experimento. Do lado dos médicos ou cientistas, alguns ETs do tipo gray, aqueles cabeçudinhos. Pareciam monitorar os trabalhos dos médicos. A frieza deles era maior do que a dos americanos ou sei lá quem fossem.
Eu estava num canto, na maca. Senti que seria um dos próximos, aguardando ser examinado ou operado. Um dos ETs grays se dirigiu a mim, eu fingia ainda estar dormindo. Mas senti o rosto do ET perto do meu, me olhando para ver se eu continuava dormindo mesmo. Fingi direitinho, e o ET voltou a mesa de operações onde um outro humano estava sendo examinado ou sei lá o que. Fiquei com tanta raiva de ser tratado como uma cobaia que, num ímpeto, me levantei e comecei "a fazer o diabo", quebrando com pontapés as estantes e outros armários. Os ETs e cientistas ficaram boquiabertos, pois pensavam que eu estivesse até então inconsciente.
Depois, subi uma escada ou trepei em outros armários e estantes para uma espécie de outro andar ou "sobreloja" ou sotão aberto. Havia uma janelinha que mal cabia um corpo humano, comecei a dar pontapés violentos até quebrá-la. Lá embaixo os ETs e os cientistas estavam com raiva e se preparavam para me capturar, subindo. Sendo que tipos grays altos, com mais de dois metros de altura, entraram em ação, como se fossem seguranças. Enquanto isso eu já tinha quebrado a janelinha a pontapés, metido meu corpo por ela e saído pra rua.
Lá fora, pulei sobre telhados e mais telhados, vi que parecia um lugar frio da Europa ou dos States mesmo. Havia muitos galpões, prédios de dois andares, mas pela arquitetura eram da Europa ou dos EUA mesmo. No "sonho", consegui fugir deles. E acordei, acordei mesmo.
A impressão que tenho é que eles tem esses laboratórios ou bases no plano etérico ou quarta dimensão bem próxima ao plano físico.
Tomara que tudo que vivenciei tenha sido apenas um sonho ou pesadelo, um desses delírios noturnos ocasionais causados pelo stresse da vida cotidiana. Tomara.

O Plastificador

James F. Stuart, construiu uma vida de glórias no mundo da moda. Era respeitado, admirado, imitado... por muitos anos o seu talento não fora reconhecido. Mas um dia a sua estrela brilhou. De aluno insignificante em todo o segundo grau, transformou-se num empresário de sucesso. Os seus manequins eram invejados, não apenas pela realidade que transpassavam em seus olhos vívidos e brilhantes, mas também pela singeleza das formas e poses, e pela realidade de suas cutis, ditas de cera. 
Claro, o que ninguém sabia era que James era um profanador de túmulos dos piores que já existiram! E também, um artista recolhido no fundo de su'alma - um Rembrant, para muitos - mas não para mim...
James lia todas as semanas os obtuários da cidade, e às vezes, do Estado, em busca das pessoas mais belas que haviam falecido. A sua única exigência: pessoas jovens, bonitas, e desconhecidas.
Geralmente, quando a madrugada ia alta, James Stuart, caminhava sorrateiramente pelos meandros escuros dos cemitérios mais imundos, carregando a tiracolo as suas infames ferramentas de trabalho: pá, enchada, rastelos, martelos, fotos do obtuário, etc...
As suas mãos calejadas, rompiam o solo sagrado, que deveria ser improfanável, na busca dos corpos frescos que a sua vil intenção de poder, e a sua índole psicótica o levavam a fazer. Às vezes, e não eram raras, abria e violava a sepultura errada, encontrando corpos em adiantado estado de putrefação ou em liquefação, vindo a borrar os seus pés e braços com o chorume escuro e fétido dos cadáveres, quando do abrir dos caixões... Mas nada disso o desanimava.
Por anos, de cidade em cidade, desenterrou as moças mais belas que haviam morrido, e carregando os seus corpos às costas, soterrados em sacos escuros, os levavam até o porão de sua casa, e lá, com a técnica que aprendera enquanto trabalhava numa indústria química, os plastificava! E assim fora, por anos e anos. Pessoas que frequentavam os seus pavilhões da moda, em busca de vestidos e roupas das mais caras, sequer suspeitavam de que aqueles manequins que tanto apalpavam, beijavam, e que os deixavam maravilhados - e dos quais extraiam as roupas que os iriam vestir - nada mais eram que cadáveres, outrora enterrados, embalsamados em PLÁSTICO!
Mas as suas práticas levantavam suspeitas, e todas as polícias do Estado já procuravam o profanador de túmulos. O cerco estava se fechando...
James F. Stuart era inteligente, como bom psicopata, não se deixaria capturar tão facilmente. Logo, as suas práticas de simples violador de sepulturas, o transformariam num assassino cruel e meditabundo.   
Escolhia as suas vítimas pacientemente, entre as mais belas pessoas que achava em suas andanças traiçoeiras, como uma cobra que se arrasta em busca de um calcanhar. Como era um homem belo, rico e de boas maneiras, atraia com facilidade as suas presas até um lugar afastado e reservado... e lá... extraia com um estilete, o sangue delas por um único orifício atrás das orelhas, pois não podia se imaginar maculando a  sua futura obra de arte.
E assim, depois de um tempo não muito longo... fundou uma agência de modelos para captar ainda com mais facilidade, e num ritmo  quase industrial, as pessoas mais belas do país. 
Migrou para a televisão... num programa de sucesso auto-intitulado - "garota espetacular" - que busca as meninas mais bonitas e desconhecidas da nação, explorando os sonhos delas de se tornarem mulheres famosas e requisitadas, para depois extrair-lhes o sangue pela carótida, enquanto amarradas, debaterem-se, até se tornarem alvas como uma estátua de mármore. Para logo depois, injetar-lhes plástico pelas veias, boca e orificios, e expô-las aos olhos do mundo como um objeto inanimado e eterno. Realizando de vez, o sonho de todas elas... de tornarem-se modelos e MANEQUINS!

Apaixonado por uma Bruxa

Isso aconteceu comigo quando eu tinha uns 20 anos. Eu trabalhava numa cerâmica. Ia de bicicleta todo dia para o trabalho. Às vezes, aos domingos, eu deixava o emprego mais cedo. Era um emprego horrível e eu dava graças a Deus por sair mais cedo.
A firma praticamente ficava dentro do mato, numa quase-floresta perto de um morro alto e bonito, quase uma montanha repleta de arvoredos sombrios.
Nesse dia em que saí cedo, resolvi dar um passeio com minha "moutain bike" pelas trilhas estreitas da mata, que desciam para um pequeno vale profundo abaixo da montanha citada.
Pedalava com minha bicicleta, entrando nas profundezas da floresta de árvores e mato altos.
De repente parei de pedalar para tomar fôlego e voltar, subindo o caminho que eu descera. Nisso, avistei alguém distante, entre o mato. Era uma mulher nua com uma vassoura na mão. Ela sorria para mim. Deixei cair a bicileta e abaixei os olhos, quando ergui a vista de novo ela tinha sumido. Pensei tratar-se de alucinação.
De noite, já em casa, me deitei e fiquei pensando que bruxas com vassouras era coisa ridícula, coisas de fantasias pueris ou literatura infanto-juvenil. Ora, naquela época eu não sabia que as bruxas usam alguns objetos que são como talismãs ou instrumentos catalisadores de suas energias psíquicas e mágicas. Elas usam vassouras e outros objetos para meter seus corpos físicos na quarta dimensão ou no plano etérico.
Aquela bruxa nua com a vassoura não me saia da cabeça, tão linda que era. Jovens são assim, se apaixonam por mulheres misteriosas e loucas. Então ocorreu uma coisa incrível. Sonhei, mas sonhei de uma forma muito real. E foi-me fácil, ao acordar, recordar tudo. Sonhei com ela, a bruxa. Estava nua, sob a vassoura, voando por um céu noturno estrelado. Ela avistou uma casa lá do alto, sorriu e desceu voando até a janela da mesma. A casa era a casa onde eu morava. Ela ficou flutuando arranhando com suas unhas pintadas de negra a veneziana na janela. Nisso, eu acordei e num gesto rápido, abri a janela e...até hoje me arrepio só de lembrar! Ali estava ela, o rosto dela, me olhando com um olhar sôfrego e libidinoso. Era de fato uma bruxa linda! Meio que assustado, temendo ser uma feiticeira infernal, dei um grito e cai da cama, quase me quebrando todo.
Se foi um pesadelo ou visão astral, eu não sei. Acordei pela manhã e, passando pela cidade de bicicleta na estrada que levava ao trabalho, fiquei atônito ao ver uma mulher com as mesmas feições da bruxa voadora passando perto da rodoviária; estava toda vestida de preto, embarcava num ônibus. Tentei ver para onde ia o ônibus mas não deu tempo.
Claro, tudo isso pode ter sido delírio ou imaginação fértil de um jovem de 20 anos, cheio de vitalidade. Não sei. Um amiga minha que era estudiosa de coisas do oculto me falou uma vez: " as bruxas existem, quer acreditemos ou não; elas aprenderam a manipular o mundo dos sonhos, dos desejos e da imaginação, elas viajam pelo astral e voam pela região próxima a crosta terrestre com intenções que só elas sabem."
Será?

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O Orelhão do Cemitério

Isso aconteceu agora dia 12/06. Fui ao cemitério visitar o túmulo de uma pessoa muito especial paramim, que depois que passou para o outro lado, tem me ajudado muito. Entrei no corredor, onde só havia silêncio, penumbra e um vento frio; ninguém vivo, além de mim.
Chegando diante do túmulo, chamou-me a atenção o fato de que os crisântemos azuis que eu havia levado numa visita anterior estavam ainda intactos, sendo que não existe água na floreira. Achei esse fato bastante curioso e resolvi deixar as flores onde estavam. Era hora do almoço e todos os funcionários, do escritório e da limpeza, estavam ausente, somente eu e as almas.
Na esquina dessa parede existe um telefone público, que de repente começou a tocar, tocar sem parar... outra vez achei aquilo estranho, mas esperei que aparecesse algum funcionário para atender. Tocou dez, vinte, trinta vezes... ninguém veio atender. Então me aproximei do orelhão, tirei o fone do gancho e disse; Alô!
Silêncio absoluto, do outro lado da linha... mas eu sabia, eu sentia que estava sendo observada por alguém. Não sentia medo, nem nenhuma sensação desagradável, apenas sabia que havia alguén do outro lado da linha me escutando, apesar do telefone estar mudo. Seria a pessoa a quem eu tinha ido visitar, me dando um sinal?
Saí do cemitério muito consolada, e com a convicção de que não estamos sós... alguém me ligou!

Smells Like Children

A historia que venho contar aconteceu comigo no mês de dezembro de 2005 ou janeiro de 2006, não me lembro com exatidão. Não achei dela um acontecimento assustador, mas curioso e que - até o momento - não consegui explicar. De lá pra cá já perguntei a um monte de gente que não me deu uma explicação aceitável (os que acreditaram na historia, claro).
Sempre gostei e pesquisei vários tipos de estilos musicais e o rock, metal etc. Estavam nesse meio, mas nunca gostei de andar em grupinhos e vestir camisas de bandas ou qualquer coisa do tipo. Sempre ouvi sozinho e gosto do som pelo som mesmo, e não acredito muito na pura eficácia de artistas que fazem pacto com “o coisa ruim”, musicas com mensagens subliminares e afins (quero deixar claro este detalhe). Acredito que tudo isso está ligado com a influência que os grupos e a mídia, principalmente, exercem sobre nossas cabeças e a capacidade que temos de ignorar ou não esta influência. Vamos aos fatos:
Eu naquela época visitava uma amiga que mora há mais ou menos uns 3 km daqui de casa, às vezes ia andando ás vezes não, para passar a ela alguns acordes de violão novos, já que ela tinha comprado um violão e estava começando. Não toco muita coisa, mas naquele momento ajudaria bastante a garota. Ela morava numa casa antiga, que pertenceu à avó (ou algo do tipo) com um irmão a mãe, e o pai. Naquela tarde ensolarada estávamos em casa apenas eu, ela e o irmão. Eu tinha comprado uns dois anos antes um, num sebo, um cd da banda Marilyn Manson, o ep Intitulado Smells Like Children, (na época eu tinha quase todos, mas hoje acho que o som da banda ficou chato) e estava ancioso para mostrá-lo a essa minha amiga, pois nesse disco não tem só musicas, tem também um monte de ruídos engraçados e umas faixas insanas (sem mais detalhes). E como ela adora novidades, pensei que seria uma boa ideia mostrar o som. Pois bem, eis o que aconteceu:
Cheguei, entrei, conversamos um pouco, e ela pediu que eu esperasse na sala, enquanto ela tomava banho. Mostrou-me dois discmans velhos ( ela ainda possuía esse maravilhoso aparelho) que estavam sobre o sofá e me disse que um deles estava com problemas, mas que ela não sabia identificar qual. Pediu que eu conferisse isso, pois era o  tempo que ela levaria para se arrumar e começarmos a praticar violão. Eu logo identifiquei qual era, pois o leitor estava nitidamente rachado e nele o disco ficava naquela situação: rodando e parando. Descartado este, fui para o próximo o qual leu e começou a rodar o disco tranquilamente. Comecei a ouvir a primeira faixa (não é uma musica, é uma espécie de intro para a faixa 2 e seu nome é"The Hands of Small Children") mas sempre quando esta acabava, ao invés de pular para a segunda, o discman parava. Eu voltei e escutei a mesma faixa oito vezes, na esperança de conseguir passar para a faixa 2 e seguintes e nada. Levei tanto tempo nessa tentativa, que ela terminou o banho, arrumou-se e veio até a sala. Eu a fiz ouvir a faixa mas expliquei a situação e ela disse que podiam ser as pilhas que já estavam velhas.
Concordei, então enquanto ela ia até a cozinha trazer pilhas novas, eu abri o compartimento de pilhas do discman, para tirar as antigas e acabei descobrindo que não havia pilha nenhuma lá. O discman não voltou a funcionar depois disso (alias, nenhum dos dois) nem com as pilhas novas nem com as antigas. Aliás, as pilhas antigas estavam dentro do outro. Nenhum dos dois funcionaram e até hoje ela nunca pode ouvir o disco. Aliás, hoje em dia ela é ateia, mas quando lembro dessa história ela tem um pouco de medo .
Não tenho mais este disco, ele caiu no chão e quebrou, tava velhinho e arranhado.

Risadas pelo Telefone

Meu primeiro post. Eu vim aqui pra contar a história que aconteceu com uma amiga minha.
Faziam duas semanas que ela havia entrado de férias, estava com saudade de seu melhor amigo, mas estava sem computador pra se comunicar. Então ela lembrou que o celular dele era da mesma operadora que o dela, e que tinha uma promoção que podia ligar quantas vezes quisesse durante o fim de semana por apenas um real e resolveu passar a madrugada da sexta pro sábado conversando com ele.
Quando deu 00:15 aproximadamente, ela liga pra ele. Ele atende e começam a conversar, falar sobre como estavam indo as férias e quando iriam se encontrar, até que deu 3:00 e ele começou a ficar com muito sono e pediu para que ela cantasse algo animado para acordá-lo. Ela começou a cantar, ele havia dito algo que ela não escutou, mas não se preocupou, depois perguntava o que ele havia dito...
Quando ela terminou a música começou a chamar por seu amigo, mas ele não respondia. Tudo o que ela ouvia eram roncos, como se alguém estivesse fingindo que está dormindo. Ao gritar chamando por ele, ela ouvia risadas entre os roncos, se estressou e terminou a ligação.
Mais tarde naquele dia, ela coseguiu um computador e postou em seu twitter o que havia ocorrido durante a madrugada, dizendo que estava com raiva de seu amigo por ele ter sido tão idiota. Pouco tempo depois ele liga pra ela perguntando porque ela tinha postado aquilo, já que ele não tinha feito aquilo. Eles começaram a discutir...
- Você ontem parou de falar, ficou roncando e ainda riu de mim quando chamei por você!
- Não pode ter sido eu!

- Ah tá, eu que estou ficando louca né?!

- Claro! Eu tinha dito a você que ia beber água e que ia deixar meu celular na mesa da cozinha por um tempo, pra não derrubar o copo, só que quando eu fui voltar pro quarto eu esqueci o celular na mesa, então não fui eu!

- Mas eu ouvi, acredita em mim! Eu ouvi, eu não to ficando louca!

- Eu acredito... Você não é a primeira pessoa que fala algo estranho sobre o que acontece pela minha casa.
Depois desse dia, muitas outras coisas estranhas aconteceram com essa minha amiga, talvez eu poste depois.

Oração musical

Esse relato que vou contar, talvez seja uma bobagem ou coincidencia, não vou questionar isso, mas foi algo que no momento que comoveu e me fez sentir muito bem, me fez pensar que Deus não se importa em como é feita a sua oração e sim se ela vem do coração e com sinceridade.
Eu sempre tive muita fé em Deus, isso é fato. Então desde criança criei o hábito de orar antes de me deitar, mas eram sempre palavras jogadas sem muito sentimento, nunca fui boa em palavras, então tentava falar bem, mas não fazia o mais importanteque é deixar o meu coração falar por mim.
Tive uma adolescencia muito difícil, problemas que me faziam me sentir muito cansada e estagnada diante da vida. Um certo dia estava eu deitada em minha cama ouvindo rádio com meu fone de ouvido, pensando em tudo que me chateava. neste dia não orei, estava cansada e não sabia o que dizer a Deus, mas fiquei com a consciencia pesada por isso, até então nunca teve uma noite que eu não tivesse feito uma oração antes de me deitar. Então resolvi inovar, decidi que iria orar cantando, criar uma música onde eu poderia expressar aquilo que eu estava sentindo, e o que me surpreendeu foi que consegui, foi muito fácil pra mim, dizer a Deus o que eu queria tanto dizer e não achava palavras. Quando terminei, me senti um pouco envergonhada e pensei comigo que Deus não iria dar importancia para uma bobagem daquelas. O que me chamou a atenção foi que logo após a minha oração cantada, o locutor da rádio que eu estava ouvindo anunciou a tradução da noite, e a música selecionada foi Hero (Mariah Carey). É incrível como a letra desta música soou como a resposta que tanto pedi a Deus, a letra dela casou perfeitamente a música que eu havia feito em oração.
Essa música marcou a minha vida e sempre quando me sinto triste e desanimada, eu a ouço novamente para relembrar que Deus jamais nos deixa só.
Segue a letra traduzida:
Verso Um
Existe um herói,se você olhar dentro de seu coração
Não precisa ter medo do que você é
Existe uma resposta,se você procurar dentro de sua alma
E a tristeza que você conhece irá desaparecer
Refrão
E então um herói surgirá,com a força para prosseguir
E você deixará seus medos de lado,e sabe que pode sobreviver
E quando sentir que sua esperança se foi
Olhe dentro de si e seja forte
E finalmente verá a verdade que existe um herói em você
Verso 2
É um longo caminho,quando você encara o mundo sozinho
Ninguém estende uma mão para você segurar
Você pode encontrar o amor,se procurá-lo dentro de si mesmo
E o vazio que sentia irá desaparecer
(Repete Refrão)
Deus sabe,é difícil ir atrás dos sonhos
Mas não deixe ninguém destruí-los
Se mantenha firme, haverá um amanhã,
No tempo certo você achará o caminho
(Refrão)
Que existe um herói em você...
Que existe um herói em você...
FonteTerra
Muitos poderiam dizer, bobagem, coincidências, mas... eu não acredito em coincidências.

Pedido de Socorro pelo Computador

Bem, nunca acreditei em fenomenos parapsicológicos, mas após algo muito estranho ter acontecido comigo, comecei a procurar por informações a respeito do assunto.
Há exatamente 2 anos atrás eu estava na frente do computador vendo uma novela antiga, através de um site muito conhecido por divulgar clipes musicais dentre outros, A novela que eu estava vendo era O Clone. Eu ultilizava para ouvir o som um fone de ouvido novo que eu tinha comprado a pouco tempo.
Estava eu destraida vendo o video, quando comecei a ouvir gemidos que cada vez ficavam mais fortes; eram gemidos, correntes sendo arrastadas e barulho de carros passando. Eu abaixei o volume, mas não adiantou. Somente as vozes dos artistas ficavam baixas e o estranho ruido continuava. Assustada, eu retirei o fone do ouvido e tudo estava no mais profundo silêncio, então eu o coloquei de volta o fone no ouvido e a voz e o ruído ficava cada vez mais intenso, até que eu sai do site, fechei o MSN e a voz não foi embora. Eu comecei a fica assustada, até que chamei minha mãe e meu filho para ver se eles ouviam a mesma coisa que eu, e para meu espanto, minha mãe ouviu da voz um pedido de socorro e muito choro e gemido. Ela me deu o fone novamente e eu ouvi a bendita voz chorando e pedindo socorro. Minha mãe rezou um Pai Nosso e uma Ave Maria enquanto eu estava ouvindo, e após o fim da oraçao, a voz sumiu e com ela todos os ruídos tambem.
Aquele acontecido me deixo muito assustada, e eu voltei a abrir o MSN e nada mais aconteceu. O mais estranho é que minha mãe andava pensando muito em uma amiga que a tempos não via, e tinha a vontade de ligar para ela perguntando como ela estava. Bem ela fez isso, ela ligo e quem atendeu o telefone foi a filha da moça, que apos um silêncio disse a minha mãe...
- Dona Rita, eu estava procurando o número do telefone da senhora, mas não encontrei... É que minha mãe faleceu dia 2 de novembro, vítima de uma hepatite crônica.
Logo entao minha mãe deduziu tristemente que o pedido de socorro era de sua amiga falecida.
Os motivos do pedido de socorro podem ser supostamente pelo fato dela na juventude ter sido uma pessoa muito vingativa, e que segundo algumas pessoas da vizinhaça, diziam ela foi capaz de incendiar uma pessoa viva na cama de um motel.
Não vou me esquecer nunca desse estranho contato através do meu computador.

Estranhas frases no meu iPad

Olá, meu nome é Fabianne e eu gostaria de comentar algo que aconteceu comigo. Sempre acreditei no sobrenatural, já tive algumas experiências como sonhos e visões. Coisas que aparecem em segundos e logo some. Mas ontem aconteceu algo muito estranho comigo...
Eu estava em casa com meu filho, ele estava dormindo e eu estava na sala assistindo TV e bebendo uma caipirinha que eu mesma fiz. Bebi duas. Fiquei um pouco alta. Passei mal e depois dormi.
Hoje de manhã quando acordei, não lembrava de nada. Quando peguei o iPad, que estava do meu lado, tinha uma coisa muito estranha escrita. Não sei se eu vou conseguir explicar direito para que todos entendam, mas lá vai...

Eu estava com meu app de bate papo aberto. Encontrei coisas escritas das quais eu tenho certeza absoluta de não ter escrito. E estava como se EU tivesse mandado para outra pessoa. Tipo aquela pessoa que está no seu Face e você nunca, mas nunca conversou com ela. Foi para uma dessas pessoas que "mandei". Vou copiar e colar exatamente como está escrito lá:  
Já pensei sim em mudar de pessoa
Eub
Eu mudo se vc quiser... Já pensei nissv
Já. Mudei
E só! Quando acordei meu iPad estava com essas frases.
O pior foi que hoje acordei com muita ressaca, como se tivesse bebido o dia todo. Bebo muito mais do que bebi ontem e nunca passei por algo assim. E tem várias coisas também que eu não lembro. Estava só eu e meu filho em casa, como é possível?
Alguém pode me dizer alguma coisa? 
Sei que parece história de quem bebeu muito e esqueceu tudo. Mas não foi isso. Eu tenho costume de beber, sou uma mulher que bebe muito. Mas ontem... nunca fiquei daquele jeito com tão pouco. E eu tenho certeza que não escrevi aquilo.

Pane no celular

Eu não sei realmente até que ponto pode existir algo de "sobrenatural" em se tratando de celulares, porque volta e meia temos problemas com o aparelho.
Só achei muito estranho o que me aconteceu semana passada.
Eu estava aguardando no hospital para fazer um check up cardio-respiratório para iniciar minha atividade numa academia de ginástica.
Esse tipo de exames só fazem em hospitais. Eu entrei na sala de espera e as atendentes e um rapaz que aguardava sua hora do exame estavam tecendo ampla conversa, sobre vários assuntos.
A TV estava ligada naquela chata da Ana Maria Braga. 
Sei que não sei o que me entediava mais, se era a TV ou os assuntos que aquelas pessoas falavam.
Eu olhei pela janela enorme e vi um cercado com uma placa "Cemitério dos Padres". Achei macabro um cemitério de cara para um hospital.
Fiquei olhando umas revistas velhas, para passar o tempo. E o assunto agora entre aquelas pessoas era vida após morte, espiritismo, cirurgia espacial.
Não fazia uns 15 minutos atrás e eles falavam mal das pessoas "malucas" que tomam remédio para dormir, em tom de piada. E me irritei, lá com meus botões, porque do ponto de vista de muitos, "espiritismo", "falar com espíritos", coisas assim são coisas de "gente louca" também. 
E o sujeito contava que alguém estava com doença considerada incurável, fez cirurgia espacial e ficou curada, desaparecendo toda doença.
Eu pensando: "Ué, então o que faz no hospital médico, aqui?" Queria perguntar isso para ver se ele se dava conta de que sob o ponto de vista de outras pessoas, também podemos parecer uns idiotas.
Puxei os fones de ouvido do celular para ouvir música e passar o tempo. Eu liguei no modo aleatorio de mp3, e fiquei escutando. Mesmo com o volume já um tanto alto, eu ouvia a conversa deles ainda.
E senti que pareci um pouco pedante agindo daquele jeito, e baixei o volume e continuei ouvindo-os falar, mas pensando no sentido daqueles relatos sobre cirurgia espacial, e eu confesso refleti sobre minha completa descrença nisso, e então a música no fone de ouvido acabou, e fiquei esperando a próxima começar e não começava nunca. Puxei o celular e olhei, estava tudo desligado. Eu apertei o start do celular e NADA. Sacudi um pouco, e NADA. Eu tinha carregado às 8h da manhã e era 11h mais ou menos.
Abri a parte traseira, retirei a bateria, recoloquei, e tentei ligar e não respondia. Fiz várias vezes isso e nada. Quando eu pensei "Puxa! Será que não poderia ser um 'sinal' dos espíritos para a incrédula que estava ali duvidando?" Quando eu pensei nisso, fez um barulho no meu fone de ouvido como quando não está sintonizando bem uma música no rádio, sabem, só que em pequena proporção de um celular, e a tela voltou sem eu acionar botão de ligar, nem reinicializou, apenas voltou a tela normal do celular, só que com a música desligada. 
Muito misterioso... não?

'Poltergeist' faz iPhone desaparecer de assento em bar



Ajay Cohan, de 30 anos, é gerente de um bar em West Bromwich (Inglaterra). Um belo dia, o iPhone dele desapareceu. Ajay achava que o aparelho havia sido furtado.

Mas, quando o gerente foi olhar as imagens da câmera de segurança, tomou um susto: a gravação mostra o iPhone desaparecendo misteriosamente de um assento no bar.

O gerente acredita que a cena tenha sido provocada por um "poltergeist". E Ajay tem até um forte suspeito: o antigo dono do bar Gary Stephens, que morreu em 1993.

O assento de onde o iPhone desapareceu era o preferido de Gary. O aparelho de Ajay foi encontrado no chão. Intacto.